Cidade Empreendedora

Lançado Plano de Desenvolvimento Econômico de Concórdia

Identificar potencialidades e definir eixos prioritários a serem empreendidos em várias frentes em Concórdia, no oeste catarinense, visando o desenvolvimento sustentável por meio do aproveitamento das oportunidades locais.

 

Este é o foco do Plano de Desenvolvimento Econômico Municipal (PEDEM) lançado, nessa semana, durante solenidade que reuniu representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, de entidades empresariais, empresários, comunidade e imprensa, na Câmara Municipal de Vereadores.

A iniciativa foi da Prefeitura, com apoio do Sebrae/SC e faz parte do Programa Cidade Empreendedora, implementado no mês de julho. O evento também marcou a entrega da publicação “Concórdia em Números”, desenvolvida pelo Sebrae/SC.

Concórdia conta com mais de 73 mil habitantes, é a segunda maior cidade do Oeste e a maior do Alto Uruguai Catarinense, além de representar o décimo oitavo município mais populoso de SC. O Produto Interno Bruto (PIB) é de 2 bilhões e 200 milhões, representando a 23ª economia estadual. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) é de 0,800 classificado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PENUD) como muito alto (11º do Estado). Atualmente, são 5.664 empresas formais conforme dados de 2015, o PIB per capita de R$ 30.130 (centésimo de SC) e o número de empregados formalizados é de aproximadamente 28 mil. A principal base econômica é o agronegócio.

Com base nos dados do PEDEM serão analisadas as atividades econômicas a serem potencializadas e definidas as diretrizes as serem priorizadas, juntamente com entidades, lideranças, e comunidade. O Seminário para elencar os eixos prioritários está marcado para o dia 3 de outubro, no Centro de Eventos Concórdia.

O prefeito Rogério Pacheco realçou que os dados do documento “Concórdia em Números” irão nortear o desenvolvimento do Projeto Cidade Empreendedora. “Não tenho dúvida que o município tenha outra visão sobre o desenvolvimento econômico. A sociedade civil deve se envolver e participar. Essa ferramenta que estamos oportunizando é de grande importância para que possamos melhorar alguns números. Os dados apresentados nos mostram por onde temos que caminhar, alguns positivos, outros negativos, mas através dessa governança participativa que teremos entre a sociedade civil, o Sebrae e o poder público, vamos poder construir o projeto, apresentar até o dia 29 de novembro e elencar os cinco eixos para serem trabalhados”. 

O coordenador regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, destacou a importância de fortalecer as cadeias produtivas de suínos, aves e leite, bem como do comércio, do serviço, da indústria, entre outros segmentos do município. “É importante destacar que com o entendimento e participação de cada um, quem vai fazer a transformação somos nós. O Sebrae disponibilizará metodologias, instrumentos e expertise nos aspectos considerados importantes para serem potencializados em Concórdia. Com a colaboração, o talento e a proatividade de todos, certamente conquistaremos o desenvolvimento sustentável”.  

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Carlos Ernani Bomm, com a parceria entre Poder Legislativo, Poder Executivo e o empresariado será possível conquistar uma cidade pujante, através de ações para promover o desenvolvimento econômico, da agricultura, indústria, comércio, turismo e serviços. “Precisamos pensar em iniciativas diferentes. Com o projeto, entendemos que promoveremos o desenvolvimento do município e quem ganhará com isso é toda a comunidade.”

Também destacaram a importância do PEDEM, a presidente da Associação Comercial e Industrial de Concórdia (Acic), Maria Luisa Lasarim, o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Rubens Mascelani Filho e o presidente da Câmara de Vereadores, Artêmio Ortigara. Os dados do “Concórdia em Números” foram apresentados pelo consultor credenciado ao Sebrae/SC, Fiorindo José Fontana.

CIDADE EMPREENDEDORA

O Programa Cidade Empreendedora conta com um conjunto de soluções para melhorar o ambiente de negócios e implantar um plano de desenvolvimento com a participação dos agentes econômicos locais – empresários, produtores rurais, microempresas – além de sindicatos, associações e entidades empresariais.